Belo Horizonte — Um policial militar, de 58 anos, é suspeito de matar um policial penal, de 50, em um bar no bairro Casa Branca, na região Leste de Belo Horizonte, na madrugada desta segunda-feira (12/10).De acordo com o boletim de ocorrência, o policial militar estava conversando com o proprietário do estabelecimento, que fica na Rua Burnier, quando decidiu sair para ir ao bar de outro amigo.Nesse momento, segundo a versão do PM, ao se aproximar da porta, foi abordado por um homem desconhecido, que teria ido em sua direção, dizendo: “Qual é?”.Ainda conforme o relato do suspeito, a vítima, identificada como Wellington Silvio da Costa, que era policial penal, teria feito um movimento para sacar uma arma de fogo da cintura. Leia também Minas GeraisVelório de PMs mortos em queda de avião será em BH neste domingo (11/10) Minas GeraisAvião da PM que caiu no Vale do Aço decolou da Pampulha, em BH Minas GeraisCandidato leva pé de maconha ao Centro de BH e arruma problema com a PM Diante da ameaça, o militar afirmou que se jogou no chão para se defender e efetuou um tiro, que atingiu o lado esquerdo do tórax da vítima. Após o disparo, o policial militar recolheu a arma de e tentou reanimar Wellington.Um cliente do bar levou o policial penal em um carro particular para a UPA Leste. No entanto, ele não resistiu aos ferimentos e morreu na unidade de saúde.Uma testemunha confirmou à polícia a versão apresentada pelo militar, afirmando que o policial penal teria chegado ao local e, sem motivo aparente, tirado satisfação com o PM.Duas armas de fogo foram apreendidas e entregues pelo policial militar às equipes que atenderam à ocorrência. O suspeito foi conduzido à delegacia de plantão.A Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp) informou que “todas as medidas administrativas foram tomadas pela Polícia Penal de Minas Gerais (PPMG) relativas à ocorrência”. A pasta ainda confirmou que a vítima estava fora do horário de trabalho.A reportagem entrou em contato com a Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG) e com a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) e aguarda um posicionamento.







